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Felgueira ou Filgueiras?

por FILGUEIRAS, Philomena. 1990
Se descendem os Filgueiras brasileiros todos dos três irmãos portugueses que vieram para o Brasil, como mencionamos em " De onde vêm os Filgueiras?", vê-se que continuou o locativo em função de personativo, o que já se deu em Portugal, pois há o brasão da família FELGUEIRA.

Filgueira > Felgueira > Filgueira

A transformação fonética de Felgueira para Filgueira é que apresenta dificuldade em explicar, porque, pelas leis fonéticas o i passa a e, e neste vocábulo temos o e > i. Mas no já referido brasão, em suas anotações, lê-se:
    "... A forma mais antiga do apelido parece ser FILGUEIRA e modernamente aparece a de FELGUEIRA, talvez para harmonizar o apelido com o topônimo, que alguns indicam como sua origem. ..."
Que topônimo será esse, o da ilha Felgueira? Assim desaparece a contrariedade à lei fonética; foi o i que passou a e, e depois voltou à forma primitiva.

A pluralização

E quanto à pluralização do vocábulo é compreensível, pois é assim, geralmente, quando nos referimos ao plural dos apelidos: os Monteiros, os Oliveiras, etc.

Os primeiros Filgueiras

Ainda acrescenta a nota do brasão:
    "Não se conhece a origem dessa família, nem do apelido que parece provir de topônimo, ainda que não se saiba do seu uso com preposição. (como era comum aos outros apelidos de família provindos de topônimos) Parece que D. Pedro I deu o castelo de Fraião, no termo de Ceura, a Lourenço Felgueira, o mais antigo desse apelido que se conhece. É bastante duvidoso que este Lourenço Felgueira vivesse no reinado de D. Pedro I, e que em 1.521 vivesse um seu bisneto e que uma trineta estivesse para casar. Ou a mercê lhe foi feita em época mais moderna ou houve uma a três gerações mais entre as indicadas. Dizem os autores genealógicos que teve por filho a Lopo Felgueira, senhor da torre do Soreio, na freguesia, de Santiago de Pias, termo de Monção, que se supõe já tivesse pertencido ao pai e é considerado assento principal da família. Deste foi filho Rui Gonçalves Felgueira, senhor da referida Torre e alcaide do castelo de Fraião, o qual se recebeu com Violante Lopes de Calheiros, filha de Garcia Lopes de Calheiros, senhor da casa de Calheiros, de quem houve descendência, por onde se propagou o apelido de Felgueira. ..."
Então o autor dessa nota que se encontra no brasão da família, afirmando desconhecer-lhe a origem, menciona:
  • Lourenço Felgueira, o mais antigo desse apelido que se conhece;
  • Lopo Felgueira, filho de Lourenço Felgueira;
  • Rui Gonçalves Felgueira, filho de Lopo Felgueira, logo neto de Lourenço Felgueira, e acrescenta que: da descendência deste Rui se propagou o apelido de Felgueira e dá como assento principal da família a Torre do Soreio, na freguesia de Santiago de Pias, termo de Monção. (Indicações a serem pesquisadas, digo eu).
E na mesma nota que traz o brasão cita uma quintilha por Manoel de Sousa da Silva, capitão-mor de Santa Cruz de Riba Tâmega, sobre os Felgueiras:
    "Da geração de Felgueiras
    É o berço verdadeiro
    Essa quinta de Sobreira No Minho em a Ribeira
    Que é dos nossos o primeiro"



por FILGUEIRAS, Philomena.
Rio de Janeiro, 21 de junho de 1990



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